O governo de si mesmo: por uma administração próspera

Nossa reflexão é pensar os efeitos de uma gestão participativa

Um dos questionamentos que porventura observamos é saber quais caminhos seguir na gestão das instituições religiosas? E ainda completamos: como utilizar estratégias viáveis para haver decisões certas e favoráveis para o desempenho das ações? Estas e outras indagações povoam nosso imaginário, mas certamente influenciam em nossas observações. Entretanto, um tema que nos cerca para determinar como se deve agir, está naquilo que chamamos de governo de si mesmo. Essa reflexão, embora, não tão discutida abertamente, nós que trabalhamos com a gestão eclesial, simplesmente, devemos ter um olhar mais cuidadoso. Ou seja, o indivíduo zela pela sua imagem procurando fortalecer seu desempenho. Aliás, é importante salientar que, além disso, o gestor executa suas ações para que sua instituição esteja sempre unida pela missão que lhe é confiada. Desse modo, aquilo que é subjetivo, mas inseparável ao ser humano, revela que o caminho a ser percorrido é perseverar no trabalho executado. É um testemunho que nos atesta perceber que hoje cada gestor ou gestora entende o processo que envolve o individual, mas que repercute no coletivo, isto é, na comunidade.

Nesse contexto, o comando pessoal ou de si mesmo, é um convite para identificarmos mudanças pelas quais certos processos humanos recolocam em cena nossas atitudes perante ações positivas. Não obstante, perceber que gerenciar uma instituição é necessária centralidade nas condutas pessoais, bem como utilizar de técnicas que causam reações de confiabilidade em todo o grupo. Nesse sentido, é indispensável e vital perceber na gestão eclesial, o fluxo de ações que determinam a preciosa análise das ideias pessoais que compõem com o grupo de colaboradores, em virtude de boa administração eclesial e pastoral. Logo, esse pensamento pede de nós um olhar mais apurado em vista de saber governar, conduzir, reger as ações para que, em união com os colaboradores, saibamos promover com atitude e discernimento o melhor caminho para conduzir com um liderança assertiva.

Assim, nossa reflexão é pensar os efeitos de uma gestão participativa. Pense e perceba que atividade para administrar é um processo humano, quando a inteligência procura fundamentar essa análise tanto pessoal quanto coletivo, para que diante das habilidades e desempenho pessoal, possa agregar ainda mais valores e saber que determinação e objetividade são, de fato, bons motivos para conduzir-se almejando o mais próximo de um trabalho equânime e salutar.

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