Espiritualidade como força e auxílio na gestão eclesial

Ao implantar uma gestão expressiva, adequada e espiritualizada, certamente, seus colaboradores sentirão parte da missão

A gestão eclesial vem aprimorando sua missão de forma que o gestor ou gestora busca ter um equilíbrio operacional em suas tarefas. Na verdade, o que nos move é saber que somos capazes de desenvolver estratégias e ações que, estruturalmente, viabilizam a dinâmica do relacionamento entre aqueles que colaboram com o sucesso do nosso trabalho. Fazemos uma leitura apurada de nossos empreendimentos em virtude de incentivar uma espiritualidade que acompanhe nossos afazeres.

Desse modo, a gestão eclesial cria habilidades que aprofundam essa dimensão espiritual, onde o gestor desenvolve um modelo de missão que oferece um amplo espaço para que seus colaboradores conheçam mais de perto esse poder de exercer liderança nas ações cotidianas. Embora mesmo experienciando alguns limites, o intuito é o de aprimorar nosso conhecimento e ampliar nossa formação como gestores eclesiais.

Diante disso, o que mais nos aproxima é essa dimensão espiritual que auxilia nossa administração, porque ela amplia o foco de trabalho e faz com que a comunidade tenha inspiração e motivação para alcançar cada vez mais os objetivos da missão a qual somos chamados: evangelizar. Essa prática somente vem fazer diferença quanto à organização e, principalmente, quanto ao fundamento da missão paroquial e religiosa. Ou seja, estamos diante de uma relação onde cada envolvido deve procurar atender às necessidades da comunidade como um todo. Isso significa que ao implantar uma gestão expressiva, adequada e espiritualizada, certamente, seus colaboradores sentirão parte da missão.

Nesse sentido, esse exercício é pedagógico e positivo à medida que o gestor abraça seu trabalho de forma tranquila, estável e impactante. A consequência disso é alcançar os resultados esperados em benefício da comunidade, povo de Deus. Portanto, identificamos as mais oportunas estratégias em gestão eclesial para que os propósitos da administração sejam contemplados.

Faça um comentário